domingo, 30 de novembro de 2014

INOVAÇÃO E VALOR: O EXEMPLO DE ROBERTO BOLAÑOS, O CHAVES


Autor: Addae do Carmo

Sempre que posso escrevo sobre inovação e sobre a necessidade de se agregar valor a um produto, por esse motivo com a notícia da morte do grande ator Roberto Bolaños, resolvi falar sobre sua grande capacidade criativa e de agregar valor a um produto.
Durante sua carreira vemos grandes sucesso que conforme disse Peña Nieto, presidente do México “O México perdeu um ícone, cujo trabalho transcendeu gerações e fronteiras.", sua carreira é marca por um sequência de sucessos e de ideias fantásticas e criativas. O seu maior sucesso “O Chaves”, está no ar a mais de 40 anos e diversas gerações se encantaram muitas vezes com seus personagens. Mas não é atoa que isso acontecia, o ator cuidava de cada detalhe e cada cena e até mesmo de cada música, em muitos conservatórios até hoje vário alunos estudam a música ‘BMG’, que por diversas vezes aparece no programa.
O programa sempre se mostrou diferenciado e inovador, tratava temas da realidade e do dia a dia com um olhar cômico e muitas vezes nos fez refletir até mesmo sobre questões sociais. O que mais chama atenção é como um programa que foi tão reprisado ainda faz tanto sucesso hoje em dia, enquanto outros programas novos, não conseguem se manter nem por seis meses no ar? A resposta dessa pergunta é inovação e valor agregado.
A inovação e o valor agregado ao ideal do Chaves é que fizeram tanto sucesso. Um programa para a família e um produto de alto lucro. Muitas organizações gostaria de saber como fazer com que seus consumidores permaneçam com eles tanto tempo e com fazer para conseguirem tal grau fidelidade. Simples, é só usar a criatividade e ser inovador sempre. Não querer apenas vender um produto, mas ter a plena consciência que se deve agregar valor ao cliente.
O cliente quer algo que traga valor, que agregue algo a ele, nesse processo é necessário se ter em mente que mais do que querer vender é preciso querer ajudar e agregar ao cliente e isso que é difícil utilizar da empatia na hora de criar produtos e serviços, se colocar no lugar do outro. Só assim é possível chegar perto de algo com tanto sucesso como o Chaves.
  

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