segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O MAL DO PUXA-SACO

Autor: Addae do Carmo

Qual o tipo de profissional mais bajulado pelos supervisores, chefes, gerentes e afim? Lógico que a resposta não poderia ser outra o puxa-saco, ou seja, a pessoas que fica o maior tempo que conseguir alimentando o ego de seus superiores. Porém esse tipo de profissional pode ser muito prejudicial dentro do ambiente de trabalho e vamos saber por que.



1 – Dividem a equipe: normalmente lideres que gostam de ser reconhecidos valorizam puxa-sacos e os colocam frente à equipe. Isso é terrível! Pois o líder passa a não enxergar as capacidades e aptidões e sim às aparências.

2 – Consome o tempo do líder: quando o líder se habitua ao puxa-saco tende a perder tempo com ele. O puxa-saco não suga apenas o tempo, mais também as energias e isso faz com que ele acabe ficando muito menos produtivo. No mesmo tempo que alimenta o ego lhe rouba as energias e o tempo.

3 – Não produzem: por mais que “pareçam” produzir em sua maioria, não digo todos, mais em sua maioria não produzem, apenas enrolam o tempo que puderem e gastam mais tempo criando formas de elogiar e criar situações em que se destaquem do que contribuindo efetivamente para o trabalho.

4 – Desestimulam os outros: eles não sugam somente a energia do líder sugam de todas as pessoas a suas volta e numa velocidade e ferocidade incrível. Tem grande capacidade de forma novos puxa-sacos e de fazer com que eles também ti enganem e podem destruir a equipe com a mesma facilidade que se infiltra.

5 – Trabalham somente por interesses pessoais: não existe puxa-saco que é envolvido com a empresa e com os seus objetivos. Eles são pessoas egoístas que querem apenas o bem próprio e vão fazer o que for preciso para sobreviver e alcançar seus objetivos. Se você tem certeza absoluta que “aquela pessoa” é um puxa-saco, cuidado ao dar poder a ela, você pode ter uma surpresa negativa.

6 – Não são de confiança: você não pode confiar neles, por que não são de confiança e não passam verdade. Vivem de aparências e por esse motivo vão tentar sempre transmitir a aparência que querem ter e nunca suas reais intenções.

Se você tem ou está colecionando peças assim na sua equipe muito cuidado, você pode estar entrando em um “beco sem cachorro”. Não espere o problema se agravar para tomar uma atitude.
O líder deve incentivar a equipe a trabalharem juntos e a gerarem resultados para a organização e não querer ver as pessoas inflarem seu ego cada vez mais.

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